Corrector de erros O primeiro passo é analisar o track com uma ferramenta para detectar e corrigir os erros típicos de altura que existem em alguns pontos do track
Como funciona a correcção de erros A forma mais fácil de não contabilizar os típicos erros de track, ou pontos erróneos, no índice IBP, teria sido simplesmente ignorar os desníveis que ultrapassem uma percentagem máxima previamente estabelecida. Quisemos ir mais além e reparar os erros para obter um track mais fiel ao real. Funcionamento A correcção de erros realiza-se em duas fases, ou duas análises de track, na primeira substituem-se as alturas erróneas por outras calculadas para esse mesmo ponto, na segunda fase calcula-se o índice IBP sobre um track teoricamente livre de erros. Processo Na aplicação o sistema de correcção é muito simples, vão se analisando os pontos de track um a um e se tudo está dentro do normal guarda-se o ponto de track com os seus valores originais junto com uma serie de dados que guardamos numa matriz com outros dados como distancias, viragens, sobe e desce, paragens etc.
Quando chegamos a um ponto com um desnível que ultrapassa o estabelecido como normal, 30 % de desnível, guardamos as coordenadas deste ponto numa matriz e memorizamos o ponto anterior a este, que se supõe era correcto, incrementamos um contador de “ponto erróneo” em um para este troço de erros,
continuamos com o próximo ponto calculando o seu desnível com o correcto memorizado, visto que o seu antecessor é erróneo, se o desnível continua a ser desmesurado guardamos os dados na matriz, incrementamos o contador de pontos erróneos e continuamos, assim sucessivamente, até chegar a um ponto cujo desnível relativamente ao memorizado como correcto esteja dentro dos limites, neste caso teríamos um troço de track com um desnível dentro dos limites e dois pontos de referencia,
trata-se agora de calcular as alturas para os pontos intermédios que são todos erróneos, como temos guardados os seus dados (distancias) numa matriz podemos mediante una formula matemática calcular-lhes a altura. Fórmula cálculo altura correcta
Exemplo gráfico de erros corrigidos
Na imagem podemos observar que o ponto 422 relativamente ao 421 é uma queda livre e considera-se um erro, continuamos com o ponto 423, este também erróneo relativamente ao 421, continuamos com o 424 este também erróneo relativamente ao 421, continuamos com o 425, este entra dentro de margens com um desnível correcto, como temos guardados os dados dos pontos anteriores podemos aplicar a formula para obter as alturas rectificadas. Cálculo para este exemplo
Ya podemos volver a los puntos 422, 423, e 424 para modificar a altura na coluna correspondente do track. Este caso é uma descida portanto não influencia o índice IBP, mas em qualquer outro caso poderíamos ter ignorado os pontos erróneos e utilizar o desnível entre o ponto 422 e 425 para o cálculo do IBP, mas continuaríamos tendo um track com três pontos erróneos em caso de querer desenhar o perfil correcto. Casos de erros mais comuns
Partimos de um troço de track real (desenhado por um topógrafo)
Caso 1 Observamos dois tipos de erros, um de um só ponto e outro de um troço de vários pontos positivos, o corrector identifica estes pontos sem problemas e corrige-os, deixando um track muito parecido ao real
Caso 2 Este caso é parecido com o anterior mas um dos pontos erróneos “engana” o corrector e a partir deste ponto altera-se o track ao tentar repara-lo, graficamente o perfil fica errado mas o índice IBP não, observamos três pontos (7,8 e 9) que aumentaram o seu desnível, mas ficam compensados em parte pela eliminação dos pontos (10, 11 e 12) por passarem a ser de descida.
Caso 3 Neste caso vemos erros em positivo seguidos de erros em negativo, o corrector resolve-os sem problemas, deixando um perfil muito parecido com o real.
Caso 4 Similar ao anterior mas outra vez um ponto erróneo é considerado correcto, da mesma forma que no caso 2, o perfil não é perfeito mas o IBP é compensado. Caso 5 O típico caso de um track todo perfeito, mas com um degrau que não volta a recuperar coincidindo com uma paragem longa, creio que é causado por uma mudança dos satélites usados para triangular.
O corrector neste caso trata-o como mais uma rampa e tenta repara-lo, o ideal seria não contabilizar o degrau e continuar com o resto do track, mas não sabemos quando se trata de um degrau ou rampa real, por exemplo umas escadas, um salto de margem etc. De momento não temos forma de solucionar.
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| Funcionamiento |
| La corrección de errores se realiza en dos pasadas, o dos análisis de track, en la primera se sustituyen las alturas erróneas por otras calculadas para ese mismo punto, en la segunda pasada se calcula el índice IBP sobre un track teóricamente libre de errores. |
| Proceso |
| En la aplicación el sistema de corrección es muy simple, se van analizando los puntos de track uno a uno y si todo está dentro de lo normal se guarda el punto de track con sus valores originales al margen de una serie de datos que guardamos en una matriz con otros datos como distancias, giros, sube-bajas, paradas etc. Cuando llegamos a un punto con un desnivel que supera el establecido como normal, 30 % de desnivel, guardamos las coordenadas de este punto en una matriz y memorizamos el punto anterior a este, que se supone era correcto, incrementamos un contador de “punto erróneo” en uno para este tramo de errores, continuamos con el siguiente punto pero calculando su desnivel con el correcto memorizado, puesto que su antecesor es erróneo, si el desnivel sigue siendo desmesurado guardamos sus datos en la matriz, incrementamos el contador de puntos erróneos y continuamos, así sucesivamente, hasta llegar a un punto que su desnivel respecto al memorizado como correcto esté dentro de limites, en este caso ya tendríamos un tramo de track con un desnivel dentro de limites y dos puntos de referencia, se trata ahora de calcular las alturas para los puntos intermedios que son todos erróneos, como tenemos guardados sus datos (distancias) en una matriz podemos mediante una formula matemática calcular su altura. |
| Fórmula cálculo altura correcta |
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| Ejemplo gráfico de errores corregidos |
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| En la imagen podemos observar que el punto 422 respecto al 421 es una caída libre y se considera un error, continuamos con el punto 423, este sigue siendo erróneo respecto al 421, continuamos con el 424 y continua siendo erróneo respecto al 421, continuamos con el 425, este entra dentro de márgenes con un desnivel correcto, como tenemos guardados los datos de los puntos anteriores podemos aplicar la formula para hallar sus alturas rectificadas. |
| Cálculo para este ejemplo |
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| Ya podemos volver a los puntos 422, 423, y 424 para modificar la altura en la columna correspondiente del track. |
| Este caso es una bajada por lo que no influye en el índice IBP, pero en cualquier otro caso podríamos haber ignorado los puntos erróneos y utilizar el desnivel entre el punto 422 y 425 para el cálculo del IBP, pero continuaríamos teniendo un track con tres puntos erróneos en caso de querer dibujar su perfil correcto. |
| Casos de errores más comunes |
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| Partimos de un tramo de track real (dibujado por un topógrafo) |
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| Caso 1 Observamos dos tipos de errores, uno de un solo punto y otro de un tramo de varios puntos positivos, el corrector identifica estos puntos sin problemas y los corrige, dejando un track muy parecido al real |
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| Caso 2 Este caso es parecido al anterior pero uno de los puntos erróneos “engaña” al corrector y a partir de este punto se desdibuja el track al intentar repararlo, gráficamente el perfil queda dañado pero el índice IBP no tanto, observamos tres puntos (7,8 y 9) que han incrementado su desnivel, pero quedan compensados en parte por la eliminación de los puntos (10, 11 y 12) por pasar a ser de bajada. |
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| Caso 3 En este caso vemos errores en positivo seguidos de errores en negativo, el corrector los resuelve sin problemas, dejando un perfil muy parecido al real. |
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| Caso 4 Similar al anterior pero otra vez un punto erróneo es considerado correcto, de la misma forma que en el caso 2, el perfil no es perfecto pero el IBP es compensado. |
| Caso 5 El típico caso de un track perfecto, todo el, pero con un escalón que no vuelve a recuperar coincidiendo con una parada larga, creo que es causado por un cambio de los satélites usados para triangular. El corrector en este caso lo trata como una rampa más y lo intenta reparar, lo ideal sería no contabilizar el escalón y continuar con el resto del track, pero no sabemos cuando se trata de un escalón o rampa real, por ejemplo unas escaleras, un salto de margen etc. De momento no tenemos forma de tratarlo. |














